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Mostrando postagens com o rótulo morte

Primeiro de dezembro de 2025

– De novo? – Pois é. Fiz de Novo. Que nem a Britney Spears. Vou continuar fazendo. É meu jeito de me expressar. – Semana passada foi sobre a mãe. – Sim. Dona Nadir. Faz umas duas ou três semanas que se completaram trinta anos que ela se foi. – E agora é o pai. – Sim. O Seu Oswaldo. Se estivesse entre nós, estaria completando 109 anos. – Pouca gente completa 109 anos. – De fato. A expectativa de vida para os homens no Brasil é de pouco mais de 70 anos. Justamente a idade com que ele se foi. 73 anos em 1990. Se bem que naquela época, faz 35 anos, a expectativa de vida masculina devia ser menor. – Mas por que mesmo essa fixação em falar de quem já se foi? – Não é bem uma fixação. Acontece que as datas se repetem ciclicamente. Anualmente. Sabe como é. A gente fica usando efemérides o tempo todo para escrever esse tipo de texto. Vou comentar sobre as efemérides que movem o comércio no final do ano: até umas décadas atrás o ano vinha vindo (o ano vir vindo é uma otima construção!) e quando c...

Preta Gil, Mário Pirata, Ozzy Osbourne: a vida é sopro

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De fato eu conheço pouco da obra Preta Gil. Tudo que eu sabia era que ela era uma das filhas de Gilberto Gil, e uma figura midiática. Era fácil ver participações dela em programas de variedades televisivos e na internet. Ultimamente tivemos a notícia do desenvolvimento de um câncer de intestino e sua luta contra a doença aconteceu em praça pública.  Apesar de eu viver em Porto Alegre, conheço ainda menos a respeito de Mário Pirata. Mário Augusto Franco de Oliveira, o Mário Pirata, era um poeta e um ativista cultural, com atuação importante na cidade desde os anos 1980.  Ozzy Osbourne é mundialmente conhecido. Primeiro como membro da banda Black Sabbath, depois como cantor solo. Na maturidade chegou a participar de um reality show televisivo mostrando a sua vida.  Estas três pessoas nos deixaram nos últimos dias. Preta Gil e Mário Pirata no domingo, 20 de julho. Ozzy Osbourne na terça, 22. Em poucos dias dezenas, milhares, milhões de fãs ficaram desamparados. Seus ídolos s...

Jean-Claude Bernardet: medicina, vida e morte

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E morreu no sábado retrasado, 12 de julho, Jean-Claude Bernardet. Intelectual relativamente conhecido, sua morte foi lamentada em cadernos culturais de veículos de comunicação Brasil afora. Escritor, foi crítico cinematográfico, ensaísta, roteirista. Também foi diretor cinematográfico. Ultimamente também passou a atuar em frente às câmeras. O noticiário informa que ele não se considerava exatamente como um ator, mas uma espécie de “performer”. Belga de nascimento, se tornou brasileiro por adoção – naturalizou-se.  Nos variados obituários lamentando sua morte, em geral o foco se dá sobre sua relação com o cinema. Primeiro como crítico e ensaísta, depois como roteirista, diretor e ator (ou “performer”, como citaram). Um intelectual ativo, curioso e provocador.  Minha relação com Jean-Claude Bernardet não foi assim. Conheci-o por meio de um longo depoimento que ele deu à revista Piauí em 2019, comentando sua relação com o corpo doente. Na época em que o depoimento foi publicado, ...

Trem para Zurique

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Antonio Cícero estava doente De doença incapacitante Jean-Luc Godard e Daniel Kahneman Estavam de saco cheio  . Fonte da imagem: Dica Paris . 13/04/2025

Jussara Fösch e o paradoxo da rede social

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Esta semana a rede social do livro dos rostos me lembrou do aniversário de Jussara Fösch.  De fato, seriam 59 anos no dia em que escrevo (30 de março).  Recebi o lembrete, e escrevi no perfil dela nessa rede – congelado como um memorial –, expressando minha saudade por uma pessoa que partiu muito mais cedo do que nós esperávamos, ou, pelo menos, que eu esperava.  Afinal era relativamente jovem – mais jovem que a idade média projetada para as mulheres brasileiras –; tinha acesso à medicina preventiva, apesar das condições que vêm com o tempo, a exemplo da hipertensão; não era sedentária.  São as coisas que não se explicam.  Uma mui sumária cronologia, que nesse caso relaciono a mim, diria que os últimos dias de Jussara em 2024 foram seu aniversário, em 30 de março, quando completou 58 anos; a presença com que ela me felicitou no lançamento do meu livro Confinado, um diário da peste, no dia 5 de abril; a notícia que ela teve um mal súbito e foi internada em uma UT...

Cara Maria – XIV

Cara Maria, Faz três semanas que não escrevo crônicas para o meu blogue.  A cada semana estão lá as palavras que usei para me referir a mim mesmo nesses dias: na primeira semana confuso; na segunda semana atrapalhado; por fim, na terceira semana bloqueado.  O último texto publicado, em 13 de fevereiro passado , era sobre um velho relógio que pertenceu ao meu pai. Meu pai falecido há 34 anos.  Naquele texto eu tive vontade de falar ao fantasma do meu pai sobre a floração das extremosas. Em fevereiro ainda havia uma floração exuberante nessas arvorezinhas. Mas acabei não falando das plantas com flores cor de rosa, por mais que eu quisesse. Não parecia fazer muito sentido naquele texto. E agora as extremosas estão perdendo suas florezinhas. O outono vem chegando.  Acho que a minha confusão, a minha atrapalhação, e o meu bloqueio acontecem porque estou prestando atenção demais ao ataque de retaliação de Israel à Faixa de Gaza. Trinta mil mortos (e contando) é gente demai...

20 de outubro de 2023

Recentemente Ruy Castro publicou uma crônica  pesarosa, saudosa, rememorando os amigos que morreram em decorrência da pandemia de covid-19, durante o (des)governo do inominável. Essa crônica foi publicada com data de 18 de outubro passado. Ele comenta que ter morrido em um momento como aquele, da pandemia e do desgoverno, depois de passarem boa parte do século XX lutando por progresso, democracia e justiça social, foi como uma desilusão com a própria vida, como se tivessem vivido e morrido em vão. Muito triste. Tendo chegado a uma idade provecta como ele mesmo diz, é como se Ruy estivesse fazendo um pequeno balanço. Tendo passado pelo fechamento da ditadura militar brasileira, tendo estado em Portugal durante a Revolução dos Cravos, Ruy declara ainda que viu iniciarem e terminarem muitas guerras durante a sua vida.  Como ele diz, “que nenhum desses atos extremos resolveu os problemas que os causaram, e que a vitória ou derrota de qualquer dos lados não trouxe seus mortos de vo...

Cara Maria – VII

Cara Maria, Foi, ou tem sido, uma semana de ódio.  Começo por mim. Ódio de secadores lançando fogos de artifício diante da eliminação do S.C. Internacional diante do Fluminense, na Copa Libertadores da América 2023. Digamos que piadinhas sejam okay. As tais corneteadas. Mas foguetes?  Embriagado, tive desejos de morte e aniquilação, destruição em massa. Felizmente a tagarelice ficou restrita a aplicativos de mensagens, sem grande amplitude. Talvez se eu fosse civilizado como um inglês… Ódio é algo que se aprende. Me lembro que quando eu era criança e o Inter venceu o Campeonato Brasileiro de Futebol pela primeira vez, lá por 1975, na Vila Cefer 2, mesmo alguns amiguinhos gremistas comemoraram. Infelizmente perdi o contato com todo mundo. Inclusive o meu amigo que era o paradigma de gremista entre nós morreu em um acidente de moto há vários anos. Assim, as memórias que registro aqui não podem ser validadas por mais ninguém. Mas me lembro assim. Ainda por conta dessas memórias, ...

30 dias sem Barbara Sanco

Sexta-feira passada foi 5 de maio de 2023.  Já se passou um mês desde que Barbara se foi. Um mês, irremediavelmente, sem ela. Eu costumava lamentar os longos períodos em que ela se recolhia por conta dos constantes problemas de saúde. Eram dias que ela não se deixava encontrar. Eram dias de espera. Espera que sua saúde melhorasse. E por conta disso, seu estado de espírito. Dias, semanas de espera.  Espera e esperança. Como dito, esperança de dias melhores. Esperança de reencontro.  5 de abril veio a fatal notícia. Não mais esperança de reencontro. A não ser, talvez, em uma outra vida.  Por enquanto não mais gostosos abraços apertados, não mais sorrisos cúmplices.  Só saudades.  Vou reproduzir abaixo os poemas que fizemos em nosso livro, Ménage Atroz, para o título "Vida" (o da Bárbara foi lido em seu velório). Vida Por Barbara Sanco: Não há adeus real É só um até logo Pra quem é imortal Por Claudia Lobato: Tempo breve De rir e chorar Pra quem é mortal Por m...

O vazio de um vaso

Hoje eu me desfiz do vaso da orquídea . Ficou um espaço vazio na área de serviço.  Talvez eu não devesse pensar tanto em um vaso de flores cuja planta morreu, mas eu penso.  O vaso foi-me entregue na noite em que eu participava do lançamento de um livro, uma coletânea de crônicas por um coletivo de cronistas.  Noite de bebedeira, decepções, sustos, alegrias. De tudo um pouco.  Quando chegou, a planta veio com uma bela flor. Como dito, uma orquídea. Depois a flor caiu, mas a planta vinha se renovando. Renovando folhas, renovando brotos. E assim se passaram três anos.  Nesse verão, ela feneceu e morreu. Não sei se foi o calor excessivo. Ou se exagerei na quantidade de água. Foi uma pena.  Ontem fez cinco anos que minha irmã faleceu. Tinha setenta anos então. Tinha uma vida saudável até um ano antes.  Então, em sete meses, vieram as dores, a falta de diagnóstico, a peregrinação por consultas médicas e exames. E o diagnóstico. Câncer de pâncreas.  Fei...

A orquídea morreu

E parece que a orquídea morreu mesmo .  Apesar de eu continuar a regá-la, e apesar de minhas orações em favor dela.  O que me fez pensar em tantas pessoas que partiram nos últimos dias, e sobre como elas nos influenciaram e influenciam. Ou não. E não necessariamente na ordem em que se foram.  Por exemplo, Roberto Dinamite. O eterno atacante do Vasco nos deixou no dia 8 desse mês, precocemente, aos 68, em decorrência de um câncer. Como não torço para o Vasco, minha principal lembrança de Dinamite foi nos jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1978, na Argentina. Aquela que o Brasil ficou em terceiro lugar, sem ter perdido nenhuma partida. Ele foi convocado para a Copa seguinte, de 1982, mas não jogou. Ficou na reserva de Serginho. Eu achava Dinamite um atacante melhor. Assim como achava que o goleiro não poderia ser Valdir Peres, mas essa é outra história.  Outra que nos deixou foi Gina Lollobrigida. A atriz, de fato uma multi-artista, se foi dia 16, aos 95. ...

Na cama com Danuza

Caro mestre Rubem, Acredito que a citação jocosa do Ed, que eu sou o cronista que lê obituários, vai ficar na minha memória. Mais ou menos como a personagem de Tatuagem quer se impregnar no amado. Não sei se faz sentido, mas a associação me ocorreu.  Quanto a esse título dúbio, ele tem sua razão de ser. Casualmente eu li as memórias de Danuza Leão, “Quase tudo” , ainda no primeiro ano da peste. E, sim, boa parte da leitura foi antes de dormir, na cama. Sei. Possivelmente o título vá chamar cliques, mas fazer o quê? Como eu disse, li o livro no primeiro ano da peste, e publiquei o comentário uns meses depois, como, às vezes, é do meu feitio.  Costumo ler obituários sim, mas nesse caso não foi necessário. O falecimento de Danuza estourou em manchetes. Sim, afinal ela foi uma grande dama da sociedade carioca, embora partindo de uma família de classe média.  Muito jovem foi ser modelo em Paris. E empilhou atividades. Jurada de programa de televisão. Hostess de casa noturna b...

O Raul que não conheci

Caro Rubem, Só posso imaginar a dor que sentes pela perda do teu primo-irmão,  a respeito de quem escreveste  como se fosse um irmão, o Raul.  Sendo que tens um irmão e duas irmãs. E eu só sei da existência de toda essa gente pelo que escreveste a respeito deles.  Não há nenhum Raul memorável na minha infância, um amigo, um primo que marcaram minha vida.  Raul para mim era o Seixas, aquele que todos pedem para que seja tocado, e que gerou um conto no primeiro livro em que fui publicado (e que tu adquiriste, espero que tenhas lido e gostado); e aquele que foi goleiro no Cruzeiro e no Flamengo.  O Raul que conheci por ti foi galã, esportista, e, bem, parece, brigão. De qualquer maneira parceirão, amigo. Admirado.  E, bem, se foi. Precocemente. Podia ter ficado um pouco mais. Ou muito mais. Quanto é muito? (vale lembrar o vídeo que publicaste no teu aniversário sobre o teu desejo / esperança de viver mais trinta anos. Admirável! Que tal mais quarenta?)....

A vida segue

Esta semana, não sei exatamente em qual dia, minha colega de trabalho, Dalva, faleceu. Pouco tempo antes ela havia sido diagnosticada com um câncer cerebral.  Quando eu soube da notícia da enfermidade, e pelas manifestações em redes sociais, pensei que a sobrevida poderia ser relativamente longa. Um ano, dois. Não. Foram dois meses, se chegou a isso.  Só posso lamentar. Mesmo eu não sendo próximo, sei que ela era colega estimada, amiga, mãe, ... Lembro de alguma velha crônica de Michel Laub comentando que, aos quarenta anos, carregamos uns tantos mortos nas nossas costas. Passando dos cinquenta então (meu caso), já estamos vendo a nossa própria cova ali adiante.  Contudo neste dia 11 de janeiro de 2022 fui surpreendido por duas notícias alvissareiras. Só eu mesmo para usar o adjetivo alvissareira nesses dias.  Pela manhã, a prima Lúcia, de Rio Grande, pelo aplicativo de mensagens, informava do nascimento recente de sua neta, Alice. Presumo que filha do Júnior, que vi...

Fantasmas e sonhos

Vez por outra nossos fantasmas vêm nos visitar. Nos lembrar que ainda vivem em nós.  Reflexão trazida por crônica de Tiago Maria .   24/03/2020.

Um Ano Depois

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Pois é, minha irmã. Faz um ano que me deixaste para encontrar nossos pais.  Foi algo de susto. Tudo muito rápido. Em fevereiro tu tinhas retornado de viagem a Rio Grande para rever primos, e comentavas que precisavas perder peso. Coisa, inclusive, que o médico do posto de saúde te demandava.  Por abril ou maio começaste a sentir dores abdominais, e perder a vontade de comer.  Os diversos médicos consultados foram incapazes de diagnosticar o teu problema. As dores ficavam cada vez fortes e incômodas.  Procura daqui, procura dali, uma tomografia numa dessas chamadas clínicas populares sentenciou, algo como neoplasia maligna no pâncreas. Inclusive declarando certo centrimetragem cúbica.  Encaminhamentos via SUS te levaram ao Hospital Conceição, para mais exames, e nova tomografia, confirmando a anterior, e informando o aumento do tumor.  Mas foste valente. Resistias como podias. Tomavas os mais fortes analgésicos disponíveis. Fazias planos e colo...

Idailson dos Passos +27/09/2018

Hoje recebi a notícia que meu primo Idailson dos Passos faleceu. Morreu dormindo, tendo a família constatado nessa manhã de 27 de setembro que ele havia se ido. Eu não era próximo desse primo.  O havia visto pela última vez faz mais de 20 anos. Nunca tivemos alguma conversa relevante. Mas mesmo assim é xarope.  Depois que se foi praticamente toda a geração de nossos pais (da geração de meus pais, sobrevive uma tia por afinidade, viúva de um dos irmãos de minha mãe; bem velhinha), agora é a nossa geração que vai partindo aos poucos. Minha prima Jussara, no início deste século, meu primo Renato, irmão do Idaílson há alguns anos, minha irmã Maria Lúcia em 22 de janeiro passado, e agora este. Enfim, que descanses em paz, meu primo. E que Deus console a tua família. 28/09/2018

Para não esquecer Eduardo Fösch dos Santos - IV

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Para não esquecer Eduardo Fösch dos Santos - IV Hoje, 23/08/2016, participei de nova manifestação em memória de Eduardo Fösch dos Santos, adolescente morto em 2013, conforme já relatado por aqui . Desta vez, amigos e parentes, mobilizados pela família em sua incansável busca por esclarecimento e justiça, estiveram se manifestando em frente ao Fórum Central de Porto Alegre, à Rua Márcio Luís Veras Vidor, nº 10, ao meio-dia desta terça-feira. Às 13h30min estava marcado o início de audiência para ouvir suspeitos apontados pelo Ministério Público. Relembrando o que já foi publicado aqui no blogue: - Para não esquecer Eduardo Fösch dos Santos; - Para não esquecer Eduardo Fösch dos Santos - II; - Para não esquecer Eduardo Fösch dos Santos - III; .    . . . . 23/08/2016. Atualização: o endereço do Fórum é Rua Márcio Luís Veras Vidor, nº 10. Estava Rua Márcio Luís Veras Vidor, nº 80. Corrigido.

Para não esquecer Eduardo Fosch dos Santos - III

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Para não esquecer Eduardo Fosch dos Santos - III Neste domingo, 13 de setembro, houve nova manifestação de parentes e amigos de Eduardo Fosch dos Santos, no intuito de manter sua memória viva, e manifestar o desejo de justiça e punição para os responsáveis pela morte do adolescente. Foi uma manifestação silenciosa junto ao Bric da Redenção, próximo ao Monumento ao Expedicionário. Consistiu da exibição de cartazes divulgando a morte e pedindo justiça, e distribuição de um folheto explicativo sobre o acontecido. Após um período em frente ao monumento, os manifestantes fizeram uma caminhada, também silenciosa, até próximo à Avenida Osvaldo Aranha, e, após, de volta até próximo da Avenida João Pessoa, onde o pessoal de dispersou. Tendo iniciado por volta das 15h30min, a manifestação durou cerca de uma hora e meia. Lá se vão mais de dois anos e meio desde que Eduardo morreu. O tempo corre a favor da impunidade. . . . . Para saber mais: - Para não...

Para não esquecer Eduardo Fösch dos Santos (II)

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Para não esquecer Eduardo Fösch dos Santos (II) . . Nesta quarta-feira, 1º, houve mais uma manifestação para manter viva a memória de Eduardo Vinicius Fösch dos Santos. Desta vez, a manifestação foi em frente ao Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul, que está conduzindo a investigação do provável assassinato do adolescente, depois que ele foi encontrado inconsciente na casa vizinha à casa onde se realizava uma festa de adolescentes, na manhã de 28 de abril de 2013. Ele permaneceu nove dias em coma, e veio a falecer. Este blogue já narrou uma manifestação anterior e detalhou mais sobre o ocorrido ( Confira aqui ). Foram mais de cem pessoas entre amigos e familiares se manifestando e pedindo agilidade do Ministério Público na investigação, aproximadamente entre 11:30 e 13 h, desta quarta. O Ministério Público fica na Avenida Aureliano de Figueiredo Pinto, nº 80. Mais sobre esta manifestação pode ser lido nos seguintes saites: - Sul 21: Dois an...