Crônicas de Mosaico – VI
Quando cheguei ao Apolinário dia 26 de outubro, o Rodrigo, garçom do estabelecimento, estava à porta. Talvez aguardando a chegada de mais clientes, como seria com o meu caso. Talvez prestando atenção aos desejos dos clientes às mesas na calçada. O cumprimentei, pedi para abrir uma comanda (as comandas do apolinário são eletrônicas, com cartões chipados), e já pedi um chope. Junto à mesa da Santa Sede, no fundo do bar, apenas o Rubem e o Marcel. Havia a possibilidade da presença da Luciana “Luca”, mas, no final ela não pôde ir. Também o Gian não pôde ir, nem a Zulmara. É possível que Sílvia tenha desistido por uma série de contratempos pessoais. Pelo momento, só havia dois textos a serem lidos. O meu e o do Rubem. O retrato do dia era de uma cachorra (diz o Rubem que é uma cachorra. Pelo ângulo é impossível saber) com ar meio entediado, fotografada por Ana Marisa. A crônica do Rubem fez homenagem à Lua, uma cachorra que o acompanhou até há alguns anos,...