Um livro que chegou em fevereiro de 2026: 1985: o ano que repaginou a música brasileira


Durante os tempos da peste, escrevi vários textos. Tantos que um livro surgiu disso. Naqueles dias as tele-entregas e os produtos para levar tiveram uma espécie de apogeu. Entre os textos que escrevi naquela época, houve uma pequena série sobre objetos que chegavam. Inclusive livros.

Pois bem, estou relembrando tudo isso porque na segunda quinzena de fevereiro passado recebi o livro 1985: o ano que repaginou a música brasileira. O livro foi publicado no final de 2025, e houve uma sessão de lançamento no início de dezembro na Livraria Bamboletras, à qual não pude ir. Pedi ao colega blogueiro e escritor Emilio Pacheco que guardasse um exemplar para mim. Nesse dia de fevereiro tivemos a oportunidade de almoçarmos juntos e ele me entregou o livro, que veio com os autógrafos dele mesmo, Emilio Pacheco, mais os autógrafos de Juarez Fonseca, Márcio Pinheiro e Zeca Azevedo, os autores gaúchos; e ainda o autógrafo do organizador, Célio Albuquerque. 

O livro é um tijolo de umas quinhentas páginas com uma centena de artigos sobre discos lançados em 1985, com a peculiaridade de alguns dos artigos serem escritos pelos próprios artistas comentando seus discos, caso de Amelinha, Fátima Guedes, Guilherme Arantes, Leo Jaime e Marcos Sabino. Ou parte de um grupo. Quem comenta o álbum Amor, Sempre Amor, de João Paulo & Daniel, é Daniel. Quem comenta Televisão, dos Titãs, é Charles Gavin, que participava do grupo à época do lançamento. 

Por enquanto li o artigo RPM – Revoluções por Minuto, escrito pelo Emilio; e Legião Urbana, escrito por Júlio Ettore. Ou seja, o artigo escrito por um amigo e o artigo da minha banda favorita. Os demais noventa e tantos devo ir lendo aos poucos, na medida do possível. 


ALBUQUERQUE, Célio (Org.). 1985: o ano que repaginou a música brasileira. Niterói: Garota FM Books, 2025.


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Na foto o registro do livro junto comigo, feito pelo Emilio

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15, 16/03/2026. 

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