Diário – cinema – Michael
Em maio passado fui assistir o filme Michael, dirigido por Antoine Fuqua. Trata-se de uma cinebiografia de Michael Jackson, desde sua infância até, talvez, o pico de seu estrelato em meados dos anos 1980.
É uma história que mostra Michael como uma criança prodígio, que, talvez, estivesse mesmo destinada a ser uma estrela. Duas coisas foram ressaltadas no filme: o talento de Michael e o papel de seu pai Joseph Jackson. Joseph Jackson é alguém que tanto estimula os filhos na carreira musical, com o intuito de fugir da pobreza, quanto também é um abusador.
Como trinta anos de vida tem que ficar reduzidos em duas horas de filme, primeiro vemos o menino que canta e dança com extrema graça, depois o artista que vai desabrochando com a gravação de seu álbum solo, Off The Wall, e alcançando um auge com as gravações do álbum Thriller.
Na época do lançamento do filme, alguns questionaram por que a obra não mostrava os alegados abusos que Michael Jackson praticou. A resposta geral é que a história do filme termina antes que as acusações contra Michael tenham vindo à luz.
Michael é um filme para fãs do cantor. Quem gosta de suas músicas há de gostar do filme. Na sessão em que eu estava parte dos espectadores aplaudiu ao final. Eu gostei.
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09, 21/09/2026.

Michael foi um prodígio mesmo, em canto e encanto, (desculpa o trocadilho)e como muitos jovens prodígios, foi engolido pelo Ego dos pais e nele aflorou aquilo que sofreu e ou aquilo que tinha de pior. Talento imenso e inegável, mas que não o livrou da condenação pública
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