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Diário - cinema - Vingadores: Ultimato

Bom, lá se vai um mês ou mais desde que vi o filme "Vingadores: Ultimato" ("Vingadores: Endgame", Estados Unidos, 2019). Como disse o Marcelo Spalding, foi como terminar de ler um livro que trouxe muitas emoções ao longo de um período de tempo. Foi mais ou menos isso mesmo. Vale aqui relembrar o que agora é chamado de "Universo Cinematográfico Marvel". A partir de 2008, a Marvel começou a lançar suas próprias produções cinematográficas de seus personagens que já existiam em quadrinho.  O primeiro foi o Homem de Ferro, nesse mesmo ano de 2008. Depois tivemos "O Incrível Hulk", ainda em 2008. "Homem de Ferro 2" (2010); "Thor" (2011); "Capitão América: O Primeiro Vingador" (2011); "Os Vingadores" (2012). "Homem de Ferro 3" (2013); "Thor: O Mundo Sombrio" (2013); "Capitão América: O Soldado Invernal" (2014); "Guardiões da Galáxia" (2014); "Vingadores: A Era de U...

Diário - filmes - Kingsman: O Círculo Dourado

Tive oportunidade de ver o filme "Kingsman: O Círculo Dourado" ("Kingsman: The Golden Circle", Estados Unidos / Reino Unido, 2017) na TV por assinatura. Detalhe: Ainda não assisti ao primeiro filme desta franquia.  Este começa bastante agitado, com o agente Galahad Eggsy (Taron Eggerton) tendo que enfrentar um ataque de Charlie Hesketh (Edward Holcroft). Logo após se desvencilhar de Hesketh, um ataque fulminante, lançado por Poppy (Julianne Moore) acaba com a sede e quase todos os agentes da Kingsman, essa agência inglesa de espionagem. Eggsy encontra Merlin, e se dão conta que são os únicos sobreviventes. E o protocolo de emergência deles vai colocá-los em contato com a Statesman, uma agência de espionagem equivalente a deles, nos Estados Unidos. É um filme de espionagem e ação com pegada de comédia, e certa violência. Violência brutal, mas que é amenizada justamente pelo tom de comédia do filme.  Achei interessante que a vilâ Poppy quer alguma coisa bem banal...

Diário - filmes - Mamma Mia!

Recentemente vi o filme "Mamma Mia!" ("Mamma Mia!", Estados Unidos/Reino Unido/Alemanha, 2008) na TV por assinatura. Trata-se de uma comédia musical, onde a jovem Sophie (Amanda Seyfried), sem saber quem é seu pai, convida três homens que tiveram romances com sua mãe na época de sua concepção. Sua mãe, Donna (Meryl Streep) é surpreendida pela chegada desavisada de seus três ex-amores de juventude. Desse reencontro e diversos desencontros virá o filme.  Mas talvez a força do filme (ou a fraqueza, depende do gosto do espectador) vem de sua trilha sonora, de músicas do grupo pop sueco ABBA. Musicais tem essa coisa estranha, das personagens estarem conversando, e então, por um motivo ou outro, saírem cantando e dançando, com acompanhamento musical e tudo. Com as personagens cantando músicas do ABBA, o filme fica bastante divertido.  Como foi dito, divertido. Mas para ver na TV ou por vídeo sob demanda.  13/05/2019.

Diário - leituras - Leituras na Piauí - março/2019 - Poema de Laura Liuzzi: A Palavra não mora no papel

Na edição de março de 2019 da revista piauí, uma grata surpresa na poesia de Laura Liuzzi. "A Palavra não mora no papel" é um poema longo, em estrofes que parecem prosa.  Começa com uma maçã, e a carne da maçã, que se transforma na carne humana. Passa pelas estrelas e pela experiência de estar sob as estrelas. Metalinguagisticamente comenta poesia dentro da poesia em Eliot, e também a prosa, em Virginia Wolff.  Enfim, como um bom poema, nos eleva e nos faz refletir.  Como dito, está na edição de abril de 2019 da revista , felizmente aberta. Conferindo dados sobre a poeta, vi que já havia poemas dela na revista. Estão na edição de agosto de 2010 , também aberto. Acho que vale investir em seus livros. Ela já publicou "Calcanhar", "Desalinho" e "Coisas".  09/04/2019.

Meu Homem Bom

Meu homem bom me dá carinho e atenção Isso é quase tudo que preciso de um homem Meu homem bom é bom de cama E quando digo isso  Não quero dizer que ele deite e durma Meu homem bom me leva a passear Um dia ele me acordou E num rompante me convidou  A almoçar na praia Eu sorri Perguntei se era sério Sim, ele disse E lá fomos nós Outra vez disse que íamos descansar na serra E serra acima subimos Sempre de repente Homem de muitas surpresas Meu homem bom é capaz de curar: Um dia tive dor de barriga Chamei meu homem bom Que não estava em casa E somente a presença dele Fez passar minha dor Choro por meu homem bom Minha garganta aperta Quando penso nele Que definitivamente me deixou  Mas ainda mora em mim 28/11/2018, 08/04/2019.

Diário - leituras - Personal Branding

"Personal Branding" é uma espécie de livro de auto-ajuda, associando técnicas de marketing à carreira profissional. Como talvez dissesse o autor se tratam de técnicas para que a pessoa possa se destacar na atividade em que está inserida. Ou, se for o caso, possa se planejar para uma mudança de rumos na sua vida profissional.  Como eu disse, é um livro de auto-ajuda, mas não no sentido daqueles livros que dizem "Você é filho do Universo, irmão das estrelas e árvores. Você merece estar aqui (...)" (trecho da desiderata). É um livro de auto-ajuda no sentido de procurar dar orientação e indicar caminhos para uma evolução muito específica, no campo profissional. O autor começa falando que o profissional precisa ter confiança em si próprio. Fala da necessidade de se destacar. Comenta sobre oportunidades para se destacar. Indica estratégias para o crescimento.  Dá dicas de planejamento. E pede que o leitor se planeje para curto, médio e longo prazo.  O livro é in...

Diário - leituras na piauí - setembro/2018 - O Nome do Cão de Manuel Antonio Pina

Na edição 144 da revista Piauí, de setembro de 2018, são apresentados alguns poemas do português Manuel Antonio Pina (1943-2012). Uma antologia do poeta deve ser lançada em breve aqui no Brasil pela Editora 34, conforme a revista.  Dentre os poemas, me chamou a atenção o poema "O Nome do Cão", que reproduzo abaixo. Talvez porque eu tenha um cão. Talvez porque o poeta tenha sabido captar os sentimentos que envolvem o dono de um cão, quiçá tenha compreendido o viver do próprio cão. O Nome do Cão O cão tinha um nome por que o chamávamos e por que respondia, mas qual seria o seu nome só o cão obscuramente sabia. Olhava-nos com uns olhos que havia nos seus olhos mas não se via o que ele via, nem se nos via e nos reconhecia de algum modo essencial que nos escapava ou se via o que de nós passava e não o que permanecia, o mistério que nos esclarecia. Onde nós não alcançávamos dentro de nós o cão ia. E aí adormecia dum sono sem remorsos e sem malancol...