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Sarau Palavra Falada no Café do Margs - 28/06/2017

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Sarau Palavra Falada no Café do Margs - 28/06/2017 A edição de junho do Sarau da Palavra Falada no Café do MARGS teve como convidada a jornalista e escritora Priscila Pasko. Foi no dia 28 passado. Priscila é responsável pelo blogue Veredas , no saite Nonada , onde ela divulga a literatura produzida por mulheres, desde 2015. Ao contrário de outros saraus que presenciei, Priscila se dedicou à leitura de contos, mais longos ou mais curtos. Ela leu, por exemplo, Marilene Felinto e Clarice Lispector. A escritora Ana Mello, promotora do sarau, leu texto de Laís Schaff, e poema de Dênia Bazanella. Participaram ainda das leituras o escritor Tiago Pedroso, com textos de Vanessa Cons, e da própria Ana Mello. O escritor Djalma Filho leu poemas de sua própria lavra. Houve ainda um jovem cujo nome não consegui registrar que leu um texto feminista do final de século XIX. A desenvoltura de Priscila Pasko fez com que o sarau fluisse. Cerca de vinte pessoas estiveram presentes. . ...

In vino veritas?

In vino veritas? "In vino veritas" é uma expressão latina que significa que "no vinho (está) a verdade", querendo dizer que o álcool é capaz de fazer a pessoa expressar seus sentimentos mais escondidos. O vinho é uma bebida apreciada desde a Antiguidade, e nos últimos anos se tornou motivo de assunto, já que há tanta variedade no mercado. Como há muita variedade, é possível continuamente experimentar, sem nunca repetir uma marca ou rótulo. Como tenho apreciado um pouco, só um pouco, os vinhos, e há tanta variedade, resolvi registrar aqui os que eu repetiria. Na verdade, até agora bem poucos. Não que eu queira dizer que tais vinhos são os melhores, ou tenham sabores imperdíveis. De fato, não tenho esse refinamento. Aqui haverá apenas o registro do que gostei muito. Sempre apreciando com moderação como dizem. A propósito, dizem que o ditado completo é "in vino veritas, in aqua sanitas" - "no vinho a verdade, na água a saúde". I...

Diário - cinema - Moonlight: Sob a luz do luar

Diário - cinema - Moonlight: Sob a luz do luar Sobre o filme "Moonlight: Sob a luz do luar" ("Moonlight", Estados Unidos, 2016), vale a sinopse apresentada no verbete equivalente da Wikipédia , "o filme apresenta três etapas na vida de Chiron, o personagem principal, explorando as dificuldades que ele enfrenta no processo de reconhecimento de sua própria identidade e sexualidade, e o abuso físico e emocional que recebe ao longo destas transformações." De fato, sobre uma realidade dura, sai uma vida endurecida, mas que nem por isso deixa de ter seus traumas e sua sensibilidade. E o filme é capaz de nos levar numa jornada para trazer empatia a esse homem, que de fato se tornou um gângster, mas sofreu um bocado até chegar à idade adulta. Por sinal, na idade adulta ainda sofre. Como todo ser humano, a propósito. Um drama que acabou ganhando o Oscar de melhor filme de 2016, num momento bem atrapalhado da cerimônia. 31/05/2017.

Crazy Carpes no OCulto Pub - 10/06/2017

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Crazy Carpes no OCulto Pub - 10/06/2017 . .  No sábado, dia 10, estive no OCulto Pub (José do Patrocínio, 632), para assistir à banda "Crazy Carpes", apresentando a "Ziggy Night", isto é, uma noite com repertório dedicado a David Bowie. A "Crazy Carpes" é formada pelos irmãos gêmeos Marcelo e Maurício Carpes, mais Alex Osterkamp, cujo apelido, com um nome desses, não poderia deixar de ser "Alemão". Marcelo toca guitarra, Alex baixo, e Maurício fica na bateria. Conheci o Marcelo quando ele era consultor de análise e desenvolvimento de sistemas na firma. Na época ele participava de um grupo chamado "Deus e o Diabo". Agora, descobrindo ele na redes sociais, fiquei curioso sobre sua atividade musical. O OCulto é um bar na Cidade Baixa que tem o inconveniente de não oferecer nada para petiscar, nem fritas, nem frios, nem salgadinhos industrializados. Oferece bebidas. Principalmente cervejas, artesanais ou industriais, al...

Diário - cinema - A Qualquer Custo

Diário - cinema - A Qualquer Custo "A Qualquer Custo" ("Hell or High Water", Estados Unidos, 2016 - segundo o que pude pesquisar "hell ou high water" é uma expressão idiomática, que significa exatamente o que foi traduzido para o Brasil, "a qualquer custo", ou como fizeram os portugueses, "custe o que custar". Na mosca.) conta a história de um homem no Texas, Toby Howard (Chris Pine, que neste filme realmente se despiu do Capitão Kirk), que depois de passar um período cuidando da mãe doente (até o falecimento dela), resolve arranjar dinheiro para pagar o penhor das terras que deve ao banco, assaltando bancos. Para isso, ele conta com a ajuda do irmão, ex-presidiário. Por conta da sequência de roubos, um xerife estadual, Marcus Hamilton (Jeff Bridges) e seu parceiro Alberto Parker (Gil Birmingham) resolvem investigar o caso, e, se possível, prender os assaltantes. É claramente um filme de faroeste, mas um faroeste dos novos tempos,...

Diário - cinema - Até o Último Homem

Diário - cinema - Até o Último Homem "Até o Último Homem" ("Hacksaw Ridge", Estados Unidos, 2016) faz uma recriação histórica e ficcional do soldado Desmond Doss (Andrew Garfield), retratado como um jovem idealista, adventista e pacifista, que mesmo sem o desejo de pegar em armas quer servir ao seu país durante a Segunda Guerra. O filme começa com sua infância, fala da participação do pai dele na Primeira Guerra, do irmão e da violência doméstica. Quando os Estados Unidos entram na guerra, ele deseja servir na frente de batalha. Mas não quer pegar em armas. Ele quer ser um soldado médico, que socorre feridos na batalha. Como isso é muito incomum, ele sofre com o treinamento militar, por não querer pegar em um rifle. O ponto alto do filme é sua participação na Batalha de Okinawa, em especial uma escarpa chamada de Hacksaw Ridge. Os crentes se emocionarão com sua atitude. 11/04/2017.

Diário - cinema - Lion

Diário - cinema - Lion Saroo (Sunny Pawar) era um menino que vivia com muita dificuldades no interior da Índia. Como estratégia de sobrevivência, ele e seu irmão Guddu, inclusive roubavam porções de carvão mineral para trocar por comida. A mãe deles os sustentava quebrando pedras em uma pedreira. Um dia ele e o irmão vão à noite a uma estação ferroviária próxima. Com sono, Saroo dorme num dos bancos da estação, enquanto seu irmão se afasta. Ele acorda no meio da noite, não encontra o irmão, e entra num dos trens estacionados. Dorme novamente ali. O trem é movimentado, e Saroo é levado numa jornada de dois dias de trem até Calcutá. Lá terá que sobreviver na metrópole, e por fim, será adotado por uma família australiana. Isso tudo é apenas o início do filme. Um drama sobre família, miséria, generosidade, raízes. E mais um filme em que acho que é impossível não se emocionar. E valem as cenas finais, do acervo familiar, que dão um ar de documentário à recriação ficcional q...