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Mostrando postagens com o rótulo show

Diário – show – Guto Leite, O Escafandrista: Poesia e Canção

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No dia 14 de outubro de 2025, uma terça-feira, eu estive no Teatro Túlio Piva, ali na Rua da República, na Cidade Baixa, aqui em Porto Alegre, para assistir o show O Escafandrista: Poesia e Canção, de Guto Leite.  O espetáculo consistiu em Guto cantar canções de sua autoria, entreameado pela declamação de poesias, também de sua autoria. A notável exceção de obra de outro compositor no repertório foi a música Futuros Amantes, de Chico Buarque. Futuros Amantes, que em sua letra fala em escafandristas. Muito afim com a temática do show. Sim era um show temático, e o título dá uma dica do tema.  Thomás Werner acompanhou Guto Leite com guitarras, violões e dispositivos eletrônicos com repetições e ritmo.  Foi um bom show, de artistas talentosos. Bem estruturado. Diria que serviria a produzir um álbum, com a exata ordem de canções e poemas apresentados. Se é que isso já não está disponível nos serviços de áudio sob demanda, ou como se diz em bom português brasileiro, streamings...

Notas de um final de semana movimentado em fins de setembro de 2025 (III): diário – show – No Te Vá Gustar

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Na noite de 27 de setembro de 2025 eu estive no Auditório Araújo Vianna, aqui em Porto Alegre, para assistir o show da banda de pop rock uruguaia No Te Vá Gustar.  Não estava frio como estivera na noite anterior, mas a previsão era de chuva para aquela noite.  No Te Vá Gustar é uma banda liderada por Emiliano Brancciari, que está em atividade desde os anos 1990. Eles têm carreira consolidada na bacia do Prata, me parece, e têm vindo com certa regularidade a Porto Alegre. Lembro de um show há dois ou três anos, no Bar Opinião. Não fui a esse show porque cheguei a uma idade em que não quero mais passar duas horas em pé na pista.  Não sei se a banda veio por conta de algum álbum novo. Acompanhei nos softwares de áudio sob demanda um show gravado em Buenos Aires em 2025, mas não me vejo em condições de dizer que esta apresentação porto-alegrense espelhou a gravação portenha.  O Araújo esteve cheio, embora não lotado. Muitas bandeiras uruguaias entre o público. Imagino qu...

Notas de um final de semana movimentado em fins de setembro de 2025 (I): diário – show – AnaVitória

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Na noite de 26 de setembro de 2025 eu estive no Auditório Araújo Vianna, aqui em Porto Alegre, para assistir o show do duo AnaVitória. As jovens estão em turnê divulgando seu álbum Esquinas.  Era uma noite mais fria do que eu poderia esperar para o final de setembro. Ainda havia um vento bem desagradável. Mas tudo bem, eu estava suficientemente agasalhado. Não era o caso de muitas das fãs da dupla, com roupas leves, levíssimas às vezes.  Sim, a maioria do público de AnaVitória é composto de mulheres adolescentes e jovens. Eu estimaria que elas foram dois terços da audiência que lotou o Araújo naquela noite.  As cantoras compositoras foram acompanhadas por um grupo com guitarra, baixo elétrico, bateria, piano eletrônico e o sopro de metais.  No setlist canções do álbum Esquinas, como Se eu usasse sapato,  Minto pra quem perguntar e Quero contar pra São Paulo; do álbum Amarelo, azul e branco – interpretaram a canção homônima; e a já clássica Lisboa / Lisboa-Madrid...

Diário – show – Gilberto Gil, Tempo Rei

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No dia 6 de setembro passado, um sábado, eu estive no Estádio Beira-Rio, aqui em Porto Alegre, para ver o show da turnê de despedida dos palcos de Gilberto Gil, chamado Tempo Rei.  Foi um show muito aguardado por mim. Comprei os ingressos em abril. Tive certa ansiedade porque o provedor dos ingressos fez a venda pelo aplicativo no celular, e esses ingressos só foram disponibilizados no próprio dia do show.  Foi um espetáculo que mexeu com a cidade. Encontrei uma amiga no acesso às cadeiras, de onde eu assistiria o show. Depois vi fotos de pessoas amigas e conhecidas nas redes sociais da internet. Cerca de uma hora antes do show, o acesso ao estádio pela Avenida Borges de Medeiros estava congestionado. Talvez trinta mil pessoas tenham comparecido. É bastante mas havia lugar para muito mais. Uma pena, pois acho que esse show deveria ter sido visto por mais gente. O único local que pareceu lotado ou quase foi a pista premium. A pista comum tinha muito espaço disponível. O anel su...

Diário – show – Sambada Coco Maracá

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No dia 19 de julho passado, um sábado, eu estive no Bar Macunaíma, ali na República, Cidade Baixa, aqui em Porto Alegre. A ideia era comemorar o aniversário da amiga Andrea Ferreira. Aliás, a amiga com esse nome de origem portuguesa resolveu fazer uma espécie de kerb, aquelas festas alemãs que duram dias. Ela se dispôs a comemorar seu aniversário nos dias 18 de julho, sexta-feira,  no Bar Matita Perê, onde houve um show da banda Tribo Brasil; e 19, o sábado que refiro aqui, no Macunaíma, onde houve o show do grupo Sambada Coco Maracá . Parece-me que a ideia da Andrea era assistir os respectivos shows. A minha própria ideia era ter ido mesmo na sexta-feira, mas tive contratempos e não foi possível. Então. Nessa noite de sábado no Macunaíma houve o show do Sambada Coco Maracá, um grupo que divulga o samba de coco, um ritmo parente do samba que costumamos associar ao Rio de Janeiro. O samba de coco tem origem afroindígena e lembra cantigas de roda. Eu me lembrei de certas gravações de...

Diário – show – Os Paralamas do Sucesso, 40 Anos

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Dia 28 de junho passado, eu estive no Auditório Araújo Vianna, aqui em Porto Alegre, para assistir ao show dos Paralamas do Sucesso, celebrando seus 40 anos de carreira. E de sucessos.  Fora do auditório era uma noite fria e chuvosa em Porto Alegre. Dentro do Araújo o show foi quente.  Após alguns minutos de atraso, e um aparente problema técnico, que foi superado, o espetáculo de fato iniciou por volta de 21:30 (a previsão era 21 horas). Depois de algumas reproduções musicais eletrônicas, a voz de Herbert Vianna iniciou cantando Vital e sua moto. Como provavelmente deveria ser a abertura.  E a partir daí foi um espetáculo celebração com as canções desses quarenta anos de carreira. Meus destaques: Lourinha bombril; Trac-Trac, versão dos Paralamas para a canção de Fito Páez; O Calibre, que ouvi tantas vezes no streaming enquanto aguardava a data do show; Ela disse adeus, mostrando no telão o clipe feito na época do lançamento da música, com todos eles mais jovens e o prota...

Diário – balé – A primeira vez em que fui a um espetáculo de balé

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Aconteceu no dia 22 de maio de 2025, uma quinta-feira.  O espetáculo, chamado “We call it ballet: A Bela Adormecida, um Espetáculo de Dança e Luzes”, aconteceu no Teatro do CIEE-RS. Se trata de uma adaptação da história da Bela Adormecida, encenada por um grupo de bailarinas, composto por cinco mulheres e um homem.  Embalado por música clássica, esse espetáculo tem o diferencial de as bailarinas terem fitas de led agregadas aos seus trajes. O show explora muito bem o contraste de luz e sombra. Achei muito impactante a entrada das fadas no início do espetáculo.  O tema em si é sem novidades, uma vez que quase todos conhecem a história da Bela Adormecida.  E foi isso. Por pouco mais de uma hora pude acompanhar um belo show de dança e de leveza. Gostei.  Estão previstas novas apresentações em 20 de julho e 5 de setembro próximos.   . . 28, 29/05/2025.

Diário – show – Kevin Johansen e Liniers: Canções e desenhos

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Dia 8 de maio passado, eu estive no Auditório Araújo Vianna, aqui em Porto Alegre, para assistir ao show Canções e desenhos, do cantautor americano-argentino (mais argentino que americano) Kevin Johansen, associado ao cartunista Ricardo Siri, mais conhecido como Liniers. Em espanhol o nome do show deve ser algo como Kevin Johansen y Liniers: canciones y dibujos. É curiosa essa minha relação com Kevin Johansen. Como já disse antes , o descobri no meio de uma série de vídeos sobre o uruguaio Jorge Drexler. A canção apresentada naquele momento foi Desde Que Te Perdí. Me tornei fã, quis assistir a um show dele.  A princípio, eu iria a um show em Buenos Aires em maio de 2020. Aí veio a peste e esse projeto acabou cancelado. Dois anos depois, ele lançou um novo álbum e fez show em Montevidéu. Eu fui a esse show. E não pensava em ir a uma segunda apresentação de Kevin Johansen, em especial porque ele não é popular no Brasil como é Jorge Drexler, que para cá retorna periodicamente. Eu não ...

Diário – show – Ultramen

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Dia 3 de maio passado, um sábado, foi dia de ir conhecer o Grezz Bar – que pode ser considerado um jazz club – ali na Almirante Barroso, entre a Farrapos e a Voluntários. Naquele dia e naquele lugar aconteceu um show da banda gaúcha Ultramen.  Não há muito mais a dizer. A Ultramen  é uma banda que iniciou nos anos 1990. Ela mistura rock e hip hop, o que me fez lembrar um pouco a banda estadunidense Linkin Park. O show começou com a reprodução da velha canção de abertura do seriado japonês Ultraman, que alguns de nós assistimos na TV, no meu caso em preto e branco, nos anos 1970. Depois a Ultramen desfilou seus sucessos por cerca de duas horas. O público no Grezz esteve bastante animado e eu achei a apresentação bastante divertida.  E foi isso. Para o registro.  . . 04, 05/05/2025.

Diário – show – Papas da Língua Re.união – 30 anos

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Se passam os dias. Não. Esta forma está errada. É gramaticalmente incorreto iniciar frase com pronomes reflexivos átonos. Por isso, ninguém deveria começar uma frase à pessoa amada, dizendo “te amo”. Então, passam-se os dias. Ou, os dias se passam. E assim lá se vão quinze dias desde que assisti o show Re.união dos Papas da Língua, celebrando os trinta anos de carreira da banda.  O show aconteceu na sexta-feira, 14 de março de 2025, no Auditório Araújo Vianna. Marcado para às 22 h, começou realmente por volta de 22:30 e foi até quase uma da madrugada. Umas duas horas de show.  Os Papas da Língua são Sergio Moah, Léo Henkin, Zé Natálio e Fernando Pezão. Além deles, o tecladista Cau Netto é presença constante, mas não tenho certeza se é membro oficial da banda.  O show ainda teve a participação de um guitarrista / violonista convidado, cujo nome me fugiu.  E já pela hora do bis recebeu como convidado no palco Alexandre Carlo, vocalista da Natiruts.  O show começou...

Diário – show – A Sbórnia Kontr’Attacka

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No domingo, 9 de fevereiro de 2025, estive no Theatro São Pedro, aqui em Porto Alegre, para assistir o espetáculo A Sbórnia Kontr’Attacka, estrelado por Hique Gomes e Simone Rasslan.  A Sbórnia Kontr’Attacka é uma espécie de sucessor de Tangos & Tragédias que esteve em cartaz por cerca de trinta verões nesta cidade e acabou porque Nico Nicolaiewisky, então parceiro de Hique Gomes no show, faleceu em decorrência de uma leucemia.  Em fevereiro de 2014 eu estive com ingressos comprados para ver o show Tangos & Tragédias. Por conta da doença de Nico a temporada foi cancelada. Um ano depois assisti ao espetáculo Tributo a Nico Nicolaiewsky , e também o show solo de Hique Gomes, Tãn-Tãngo . Deve ser por isso que eu imaginava que eu já havia visto A Sbórnia Kont’Attacka. Mas procurando neste meu weblog não encontrei nenhum registro, ou seja, domingo passado eu estava vendo esse show pela primeira vez. O meu engano deve ter sido porque o show Tributo a Nico Nicolaiewsky também...

Lançamento do álbum Reverso de Antonio Xavier e Rubem Penz

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Quarta-feira passada, 14 de agosto de 2024, à noite, houve o lançamento do álbum Reverso, no Espaço 373, que é um bar ou pub que funciona como um jazz club, na Rua Comendador Coruja, 373. Foi bem um lançamento para parentes, amigos e convidados, porque o álbum já estava disponível nos sistemas de streaming na internet. E, bem, os parentes, amigos e convidados compareceram porque o estabelecimento estava cheio.  O álbum é uma bela peça de MPB, que foi sendo produzido pelo duo Antonio Xavier e Rubem Penz ao longo de cerca de vinte anos. Vários artistas participaram de sua produção. É uma pena que as gravações não tenham sido registradas como Marisa Monte fez com seu álbum Portas. Eu gostaria em especial de ver a gravação da canção Bailarina.  A apresentação no Espaço 373 começou com um bate papo mediado por Ayres Potthoff, com Xavier e Penz. Após o bate papo houve um pocket (“poquete”? Me lembro do francês poche) show, em que além dos autores do álbum, no violão (Antonio) e bate...

Diário – shows – Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá – As V Estações

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Sábado, 27 de julho de 2024, foi noite para voltar ao Auditório Araújo Vianna para rever os remanescentes da Legião Urbana, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá. Junto a eles está André Frateschi que tem sido o vocalista do grupo. Além desses há Mauro Berman (baixo e direção musical), Lucas Vasconcellos (violão e guitarra) e Pedro Augusto (teclados). Berman e Vasconcellos já estavam na formação que esteve por aqui em 2019 .  Escrever sobre esse show é repetir um pouco o que já escrevi sobre o show de 2019. Talvez fosse também escrever sobre o show de 2022 ou 2023, não lembro a data exata, lembro que quando procurei comprar os ingressos, também no Araújo Vianna, eles já estavam esgotados e acabei ficando de fora.  Mas, claro, não dá para repetir tudo, porque não é o mesmo show, os artistas envelheceram, eu envelheci, e possivelmente, como diria Juca Kfouri, a rara leitora, o raro leitor já ouviu falar de Heráclito – filósofo grego pré-socrático e pré-cristão.  André Frateschi ...

Diário – show – Kevin Johansen: Tú ve

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Dia 9 de outubro passado, eu estive no Auditorio Adela Reta del SODRE (SODRE é o Servicio Oficial de Difusión, Representaciones y Espectáculos, ligado ao Ministério da Educação e Cultura do Uruguai), em Montevidéu para assistir ao show Tú ve, do cantautor americano-argentino (mais argentino que americano) Kevin Johansen. Kevin Johansen entrou na minha preferência quando eu assistia a uma coletânea de videoclipes de Jorge Drexler no aplicativo de vídeos. A canção apresentada então foi Desde Que Te Perdí.  Com o advento do streaming foi fácil ter acesso a todos os álbuns já lançados por ele.  E, ao contrário de Drexler, ele não consegue penetrar no mundo dos espetáculos do Brasil, apesar da proximidade físico-geográfica e da sonoridade de suas canções.  Como me tornei fã, eu queria assistir a um show dele. A princípio, eu iria a um show em Buenos Aires em maio de 2020.  Então veio a peste e esse projeto acabou cancelado. Dois anos depois, novo álbum lançado, o argentin...

Uma quase saga para assistir a um show de Kevin Johansen

Conheci a obra de Kevin Johansen quando assistia a uma coletânea de videoclipes de Jorge Drexler em um aplicativo de vídeos na internet. Entre tantas canções de Drexler, a lista apresentou uma canção de Johansen. No caso era Desde que te perdí.  (Do próprio Drexler devo ter me tornado fã, por conta do filme Diários da Motocicleta, com a canção Al otro lado del río, e, talvez por conta do clipe da canção Milonga del moro judío, que devo ter visto no blogue do Jean Scharlau, na época de ouro dos blogues, na primeira década do século XXI. Por onde andará Jean Scharlau?) Fato que me afeiçoei às canções de Johansen. E isso é uma coisa tipicamente dos tempos que vivemos, por conta do "streaming". Não consigo imaginar que eu pudesse encontrar discos do cantautor argentino em lojas de disco de Porto Alegre, como fazíamos até poucos anos atrás.  No início de 2020 eu soube que Johansen se apresentaria em maio daquele ano em Buenos Aires. Decidi que iria vê-lo. Comprei um pacote de viag...

Diário – show – Jorge Drexler: Tinta y Tiempo

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Terça-feira passada, 27 de setembro, estive novamente no Auditório Araújo Vianna. Desta vez para assistir o show do uruguaio Jorge Drexler. Eu estava resfriado e banquei o japonês, usando máscara, não para me proteger, mas para proteger os outros de mim. Havia uns poucos outros gatos pingados usando máscara durante o show. A esmagadora maioria das centenas de espectadores não usava o equipamento de proteção. Tempos de vacina.  A abertura do show ficou a cargo dos artistas locais, Paola Kirst e Dionísio Souza, que apresentaram o que me pareceram composições próprias, usando apenas vozes, percussões no corpo, e um baixo elétrico. Se apresentaram por cerca de meia hora.  Depois veio a apresentação principal.  Jorge Drexler entrou no palco com sua simpatia conhecida. Se ajoelhou e fez reverências à plateia, que ali estava para seu segundo show (“show extra”) desta turnê na cidade de Porto Alegre.  De fato, o cantautor exalava alegria por seu segundo show na cidade. Me pa...

Diário – show – Marisa Monte: Portas

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Depois de quase três anos, sendo uns dois e meio de peste, quatro doses de vacina, retornei ao Auditório Araújo Vianna para assistir a um show.  Foi no dia 16 de setembro passado. O show: Portas, de Marisa Monte.  Me lembrei as palavras de Pete Townsend encerrando o show do The Who no Beira-Rio em 2017 . Algo na linha do “foi muito bom estar aqui, pena que levamos tanto tempo para vir” (há cinco anos, septuagenários era improvável que pudessem retornar). Eu também demorei muito para assistir um show de Marisa Monte. Se for contar do lançamento do primeiro álbum, a cantora e compositora tem mais ou menos uns 33 anos de carreira. Mais de uma dúzia de álbuns lançados. Fazer o quê? Antes tarde que ainda mais tarde.  Mas espero poder assistir a outros shows da musa, da maga.  Sim, porque o show foi puro encantamento. Ela entrou no palco vestida com um vestido prateado brilhante. E começou cantando a música título do mais recente álbum e que também dá nome ao show. Portas....

Live - As Canções de Milton Nascimento por Milton, Xenia e Liniker

Lá se vão três semanas desde que assisti à "live" As Canções de Milton Nascimento por Milton (em 31/07/2020), Xenia e Liniker. Novamente asisti em videotape, do início ao fim de uma só vez. Como o próprio título diz, neste show, Milton Nascimento se faz acompanhar das cantoras Xenia e Liniker, mais os músicos Wilson Lopes e Cristiano Caldas.  Mais uma vez alguém fez a gentileza de colocar o setlist nos comentários do vídeo. 01-A Festa  (Adaptação de La-Bamba - Milton Nascimento) 02-Canção do Sal  (Milton Nascimento) 03-Travessia  (Milton Nascimento/Fernando Brant) 04-Um Girassol da Cor do Seu Cabelo  (Lô Borges/Márcio Borges) 05-Tudo o Que Você Podia Ser  (Lô Borges/Márcio Borges) 06-Fé Cega, Faca Amolada  (Milton nascimento/Ronaldo Bastos) 07-Nada Será Como Antes  (Milton Nascimento/Ronaldo Bastos) 08-Ponta de Areia  (Milton Nascimento/Fernando Brant) 09-Canção da América  (Milton Nascimento/Fernando Brant) 10-Cravo e Canela  (Milt...

Diário da Peste (XV) - Live de Jorge Drexler

É a segunda "live"  que acompanho nesta quarentena. São centenas, milhares delas nas redes sociais.  De fato, não foi "live" para mim. No meu caso foi videotape. O show na internet ocorreu no dia 5 de julho. Eu acompanhei, aos poucos, na semana que passou. Ao contrário do show do Milton   que parei para ver, todo de uma vez.  Este show de Drexler, me pareceu muito com o show "Silente" , que passou por Porto Alegre em maio de 2019 (parece que foi há muito tempo!). O "cantante" sozinho no palco, com efeitos de luz e som. Nesse caso também, sem plateia como acontece nesses dias. Apenas uma meia dúzia de técnicos, talvez um pouco mais, para auxiliá-lo.  Alguém colocou nos comentários, o setlist do show.  Transporte; Eco; Asilo; Inoportuna; Abracadabra; Todo se transforma; Eso que tú me das; Sanar; Noctiluca; Disneylandia; Polvo de estrellas; La edad del cielo; La vida es más compleja de lo que parece; Movimiento; Silencio; Don...

Diário - show - Milton Nascimento: Clube da Esquina

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Dia 25 de outubro estive no Auditório Araújo Vianna, para assistir mais um show de Milton Nascimento em Porto Alegre. Pela minha conta, foi o quarto.  Este show foi dedicado a revisitar o repertório dos álbuns Clube da Esquina (1972) e Clube da Esquina 2 (1978). Além de músicas destes discos, esteve no setlist do show a clássica "Para Lennon e McCartney", de Fernando Brant, e dos irmãos Lô e Márcio Borges, lançada no disco "Milton", de 1970. "Clube da Esquina 2" foi o primeiro álbum do Milton que adquiri, lá por 1981, no caso uma dupla de fitas cassetes, encontradas em um balaio de ofertas de uma loja de departamentos aqui de Porto Alegre, de um tempo que se encontrava esse tipo de material em lojas não especializadas. Era um tempo especial, mas meus amigos, estavam ouvindo, do mesmo Milton, o álbum Sentinela (1980).  Milton era tão importante para nós adolescentes em 1982, que fundamos nosso próprio Clube da Esquina. Foi assim que batizamos uma cer...