terça-feira, 18 de abril de 2017

Sábado de Aleluia


Sábado de Aleluia


Sábado passado, 15 de abril, foi Sábado de Aleluia. De fato não sei porque o nome "Sábado de Aleluia". Remeteria a sábado de louvor a Deus. Todo dia deveria ser de louvor a Deus, e em especial todo sábado.
Historicamente é o segundo dia da morte de Jesus, que ressuscitou no dia seguinte, o domingo, terceiro dia.
No tempo da minha infância, Sábado de Aleluia era dia de malhar o Temer, quero dizer, o Judas. Acho que nunca cheguei a participar dessa malhação do Temer, isto é, do Judas. Mas lembro que sempre passava à noite no Jornal Nacional.
Não sei como anda a tradição, mas acho que todo dia é tempo de malhar o Temer, o Judas.
Faz muito tempo que não assisto mais o Jornal Nacional.


18/04/2014.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Adorável - o perfil de Leonard Cohen na revista Piauí de março/2017


Adorável - o perfil de Leonard Cohen na revista Piauí de março/2017


A revista Piauí de março de 2017 traz em sua edição de março de 2017 um perfil de Leonard Cohen - poeta, cantor e compositor, escrita por David Remnick, com tradução de Sergio Flaksman.
O resultado desse longo perfil, como é tradição na revista, é o retrato de um homem adorável. Poeta, cantor, compositor, sedutor, judeu, canadense, budista, que amou e foi amado por muitas mulheres, e com elas manteve laços mesmo após o fim dos relacionamentos.
O homem, nascido de uma família bem estabelecida no Canadá, foi viver em Londres, e de lá se empolgou com o sol do Mediterrâneo, resolvendo morar na Grécia, em uma das tantas ilhas daquele país. Lá encontrou seu primeiro grande amor, Marianne. Mulher que lhe inspirou, com a qual viveu um grande amor, e manteve contato de amizade após a separação até a morte dela, não muito tempo antes do falecimento do próprio Cohen. O escritor e poeta que foi se aplicar à música, já no fim da juventude, e teve dificuldades em lidar com o público em suas primeiras apresentações. O compositor que quando mostrava suas composições em público, sempre conseguia atrair a atenção de muitas mulheres.
Isto que digo é apenas um sumário. Vale a pena conferir este perfil que, surpreendentemente, está aberto no sítio da revista Piauí.



05/04/2017.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Arthur de Faria e Omar Giammarco no show Mùsica Menor no Sgt Pepper's - 29/03/2017


Arthur de Faria e Omar Giammarco no show Mùsica Menor no Sgt Pepper's - 29/03/2017

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Também quarta-feira passada aconteceu o show "Música Menor" do duo Arthur de Faria e Omar Giammarco, Sgt Pepper's Bar. O show é resultado do disco que eles gravaram há não muito tempo. Disco, por sinal, que estava vendo vendido no local (os exemplares ali se esgotaram).
Entre as músicas do setlist "Vinte e Sete"; "Me Voy com los Poetas", “Sobre a Terra” , que é quase como uma nova "Pais e Filhos" da Legião Urbana 25 anos depois; e "Esta Canción", que abriu e fechou o show.
Um bom show, num bar não muito cheio.

02/04/2017.

Sarau Palavra falada no MARGS - 29/03/2017


Sarau Palavra falada no MARGS - 29/03/2017


Quarta-feira passada estive no Café do MARGS (a cafeteria que fica dentro do museu) para acompanhar o Sarau Palavra Falada, promovido pela escritora Ana Mello.
O Sarau Palavra Falada já tem alguns anos, e já é praticamente uma tradição da cidade.
Nessa quarta, a ênfase foi na obra da poeta Juliana Meira, tendo sido lidos poemas de sua autoria, junto com vários do poeta e escritor angolano Mia Couto. E ainda a participação do público. Restrito, mas apreciador de poesia.
A propósito, num país que poucos lêem e menos lêem literatura, são uma ínfima minoria os que apreciam poesia. Mas o que seria de nós sem os poetas, não é mesmo?
O próximo Sarau está marcado para a última quarta-feira de abril, o que deve ser dia 26.
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Juliana Meira
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Juliana Meira e Ana Mello
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02/04/2017.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Mais filmes que espero ter tempo de comentar

Mais filmes que espero ter tempo de comentar


No dia 11 de março, fui assistir "Silêncio", "Silence" no original, sobre a desventura de padres jesuítas no Japão, quando o catolicismo foi banido por lá no início do século XVII.
Dia 17, "Kong, a Ilha da Caveira", nova versão sobre o gorila gigante, encontrado em uma ilha até então desconhecida no Pacífico Sul.
Enfim. Vamos que vamos.

27/03/2017.

Sessão de Autógrafos dos DezMiolados


Sessão de Autógrafos dos DezMiolados


Neste sábado, 25, fui à sessão de autógrafos do livro "DezMiolados - Crônicas", no Centro Municipal de Cultura, ali na Érico Veríssimo quase esquina com Ipiranga. Os autores, Anderson Cerva, Auber Lopes de Almeida, Carlos Dreyer, Carlos Leão, Flávio Dutra, Paulo Motta, Paulo Palombo Pruss, Pedro Chaves, Ronaldo Bastos e Sérgio Araújo, trocavam ideias pelas redes sociais e se juntaram neste projeto, que acabou sendo lançado na Semana de Porto Alegre.
Pelo que pude ler na divulgação é o primeiro livro da editora Farol 3, ou Farol 3 Editores como está no logo da capa. A editora promete para breve uma versão feminina, "As Dezmioladas". A aguardar.
Entre os autores, meu colega Carlos Leão.
De quebra, acabei levando um exemplar do livro solo de Flávio Dutra, "Crônicas da Mesa ao Lado".




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Os DezMiolados - foi preciso duas fotos para registrar os dez
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Carlos Leão
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27/03/2017.

Última Sessão de Autógrafos da Santa Sede 2016?


Última Sessão de Autógrafos da Santa Sede 2016?

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Dia 13 passado estive no Bar Apolinário para uma provável última sessão de autógrafos do livro "Santa Sede, Crônicas de Botequim - Safra 2016", no qual participei como um dos nove cronistas daquela "safra" - 2016.
Naquela noite foi o início da turma 2017 da Santa Sede, iniciativa do Rubem Penz desde 2010, e os cronistas de 2017 ganham um exemplar do livro do ano anterior (sim, eu havia ganhado um livro da safra 2015).
Estiveram comigo os colegas Magnus Pilger, Rosana Leotte e Angelo Adami.
Foi bom rever colegas, e conhecer, mesmo superficialmente, os novos oficineiros. Espero boas crônicas na nova safra.


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 Rosana Leotte

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Magnus Pilger
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Angelo Adami
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Por fim, este blogueiro.
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26/03/2017.

domingo, 26 de março de 2017

Tempo passa, tempo leva

Tempo passa, tempo leva

O tempo passa e difícil tem sido escrever com regularidade neste blogue.
Tenho me sentido oprimido com tantas atividades e a incapacidade de relatar aqui os filmes que tenho visto ou os livros que tenho lido.
Mas vamos em frente. Tudo faz parte.



26/03/2017.

domingo, 12 de março de 2017

Um Comentário sobre o Super Bowl LI


Um Comentário sobre o Super Bowl LI


O Super Bowl LI (isto é, "51") aconteceu dia 5 de fevereiro passado, em Houston, Texas, opondo New England Patriots, campeão da conferência americana ("AFC") ao Atlanta Falcons, campeão da conferência nacional "NFC").
Ao contrário de anos recentes, resolvi assistir à decisão em casa, em vez de ir ao cinema. Durante os jogos de "playoff", isto é, semifinais e finais de conferência, eu havia achado que o time de Atlanta vinha muito bem, com um leve favoritismo. Simpatizante dos Patriots que sou, não quis ir ao cinema ouvir gracinhas dos torcedores adversários.
Atlanta foi muito bem nos "playoffs" como eu disse. Venceu Seattle Seahawks por 36 a 20, e o Green Bay Packers por 44 a 21, sendo que esta última vitória, contra Green Bay, foi muito convincente. O que marcou o favoritismo de Atlanta, segundo o meu julgamento.
New England passou por Houston Texans (34 a 16) e Pittsburg Steelers (36 a 17) para chegar ao Super Bowl. Foram vitórias tranquilas mas contra times que tiveram desempenho menor que Seattle ou Green Bay. Mais um motivo pelo qual eu achava Atlanta favorito.
O jogo começou tenso.
Um jogo de futebol americano tem duas metades, cada uma delas divididas em dois quartos. O primeiro quarto não teve marcação de pontos.
No segundo quarto, Atlanta deslanchou, foram dois touchdowns de ataque, mais um pela defesa. No final New England fez um field goal e descontou. Resultado do primeiro tempo: Atlanta 21, New England 3. O favoritismo que eu havia previsto estava acontecendo.
Logo no início do terceiro quarto, Atlanta faz mais um touchdown. 28 a 3, o jogo parecia decidido.
Antes do final do terceiro quarto, New England ainda fez um touchdown, mas o chutador Stephen Gotkowski errou o extra point. 28 a 9 para o início do quarto final.
No quarto quarto praticamente só deu Patriots. Primeiro com um field goal de 33 jardas, por Gotkowski. Depois com 8 pontos, por conta de uma bola perdida por Atlanta em seu próprio campo. Os Patriots fizeram 6 pontos com Amendola, e depois mais 2 com James White. 28 a 20. Faltavam cerca de 6 minutos para acabar o jogo.
Então Atlanta teve a chance de acabar com o jogo. Com rápidas jogadas, Matt Ryan conseguiu colocar seu time a 22 jardas do campo de ataque. Se pontuassem então, ficaria muito mais difícil para os Patriots virar o jogo. Ficaria no mínimo 31 a 20. Contudo, por conta de uma série de faltas, o time de Atlanta andou para trás, e, em lugar de fazer pontos, teve de devolver a bola.
Faltavam três minutos e meio para o fim do jogo. Aí, New England começou a acertar, e Atlanta não conseguia se defender de maneira efetiva. Houve inclusive uma "jogada mágica", com Julian Edelman aparando uma bola entre as pernas de três defensores de Atlanta. No final mais 6 pontos por White, e 2 por Amendola. 28 a 28. Fim de jogo, definindo uma prorrogação, pela primeira vez em uma partida de Super Bowl.
Os Patriots venceram no cara ou coroa, e começaram com a bola. E em cinco jogadas, os Patriots chegaram à área de pontuação. Depois de um passe incompleto, James White conseguiu completar um touchdown, o que decretou a maior virada da história do Super Bowl, e a morte súbita de Atlanta. 34 a 28. Fim de jogo. Patriots campeão do Super Bowl LI.
Quando o jogo terminou eu não conseguia acreditar. Foi uma virada impossível. Ou quase.
O que aconteceu?
As explicações mais comuns passam pelo cansaço, principalmente da defesa de Atlanta, e pelo fato de New England nunca se dar por vencido. Isso teria feito com que no quarto final do jogo o momento psicológico passasse aos Patriots.
Enfim, explicações não dão conta do que foi o jogo. Só quem assistiu tem ideia do que viu.

27/02/2017.

Sequência de filmes - aguardando o Oscar (III)


Sequência de filmes - aguardando o Oscar (III)


De fato, já não se trata de aguardar o Oscar, que já aconteceu. O melhor filme segundo a Academia de Ciências Cinematográficas foi o filme “Moonlight”, que aqui no Brasil recebeu o complemento de “Sob a Luz do Luar”.
Mas se tratou de ver os filmes que concorriam. Assim, dei sequência às idas ao cinema:
  • 01/03/2017 - La La Land;
  • 04/03/2017 - Fences, um Limite entre Nós.
Com isso, deve ter sido a primeira vez na minha vida que assisti a todos os filmes que concorriam ao Oscar, com o extra de assistir a um dos concorrentes a melhor filme estrangeiro, “Toni Erdmann”.
Além desses, ainda houve tempo para assistir a “Logan”. Foi em 02/03/2017.
Tomara que eu consiga comentar todos esses filmes.



12/03/2017.