Minhas caras, Escrevo na terça-feira. Queria ter escrevido antes, mas não consegui. Se tivesse escrevido antes, teria registrado tudo mais a quente. Lembrando novamente a Ana Luíza Rizzo, segundo a qual “um livro não é obra de uma só pessoa”, ou algo assim, lembro do incentivo inicial do Gian, quando soube da existência do, digamos, manuscrito digital, “vamu lá”. A notícia logo se espalhou e o Rubem liberou a possibilidade da edição pela Editora Santa Sede, e a Carol aceitou fazer a revisão do texto. Coerente consigo mesmo, o Gian diagramou o livro. Também a Carol foi a pessoa que disse que o livro não poderia ser publicado sem um lançamento e sessão de autógrafos, como era desejo do autor. Sim, a princípio o autor queria publicar o livro muito discretamente. Carol achou que não fazia sentido. Assim, ela viabilizou uma data conveniente e marcou essa data no Bar Apolinário. O Gian fez as artes da divulgação. Então, no dia 5 de abril de 2024 lançamos o livro “Confinado, ...
Desde o ano passado que não houve artigo da revista Piauí que me tenha chamado a atenção. Contudo na edição 141, de junho de 2018 , fui surpreendido por uma seleção de poemas de Abbas Kiarostami. Nas minhas ideias, eu pensava que Abbas Kiarostami era somente um cineasta iraniano. E confesso que não assisti a nenhum de seus filmes. Agora a revista Piauí publicou um conjunto de poemas de Kiarostami, que achei muito bons. Os poemas de Kiarostami são influenciados na forma pelo "Haikai", ou "Haiku". Estritamente parece que Kiarostami não segue a forma estrita do haikai - três versos, dezessete sílabas, uma estrofe com cinco, uma com sete, outra com cinco -, mas se inspira na concisão, e na apresentação de poemas sem títulos. A tradução, ou recriação, para o português é de Pedro Fonseca, e a promessa é que saia um livro em agosto próximo, como o nome provisório de "Nuvens de Algodão". Abaixo alguns dos que mais chamaram a atenção: -----------...
Regina Stela Contage Winter (09/12/1945 - 08/12/2013) Ontem recebi uma mensagem pelo correio eletrônico dando conta do passamento de Regina Winter. Não era uma mensagem inesperada, haja visto que ela padecia de um câncer no pâncreas há meses, e a situação ficava cada dia mais difícil. Não obstante, mesmo sem surpresa, uma situação assim não é sem dor, sem luto. Regina era uma cristã. Protestante. Evangélica. Batista. De família batista. Quando a conheci ela já era casada com Niander Winter. Pastor Batista. Foi um tempo em que eu estudava Teologia e cogitava de me tornar pastor de almas. Niander era reitor do Seminário Batista que existia em Porto Alegre naquela metade dos anos 1980. O Seminário continua existindo. E Regina fazia parte do corpo docente, ministrando aulas de pedagogia. Fui aluno dela nessa disciplina. Nessa época, a principal atividade do Pastor Niander era como reitor do Seminário, mas, eventualmente ele colaborava mais intensamente com alguma...
Comentários
Postar um comentário