Regina Stela Contage Winter (09/12/1945 - 08/12/2013) Ontem recebi uma mensagem pelo correio eletrônico dando conta do passamento de Regina Winter. Não era uma mensagem inesperada, haja visto que ela padecia de um câncer no pâncreas há meses, e a situação ficava cada dia mais difícil. Não obstante, mesmo sem surpresa, uma situação assim não é sem dor, sem luto. Regina era uma cristã. Protestante. Evangélica. Batista. De família batista. Quando a conheci ela já era casada com Niander Winter. Pastor Batista. Foi um tempo em que eu estudava Teologia e cogitava de me tornar pastor de almas. Niander era reitor do Seminário Batista que existia em Porto Alegre naquela metade dos anos 1980. O Seminário continua existindo. E Regina fazia parte do corpo docente, ministrando aulas de pedagogia. Fui aluno dela nessa disciplina. Nessa época, a principal atividade do Pastor Niander era como reitor do Seminário, mas, eventualmente ele colaborava mais intensamente com alguma...
Minhas caras, Escrevo na terça-feira. Queria ter escrevido antes, mas não consegui. Se tivesse escrevido antes, teria registrado tudo mais a quente. Lembrando novamente a Ana Luíza Rizzo, segundo a qual “um livro não é obra de uma só pessoa”, ou algo assim, lembro do incentivo inicial do Gian, quando soube da existência do, digamos, manuscrito digital, “vamu lá”. A notícia logo se espalhou e o Rubem liberou a possibilidade da edição pela Editora Santa Sede, e a Carol aceitou fazer a revisão do texto. Coerente consigo mesmo, o Gian diagramou o livro. Também a Carol foi a pessoa que disse que o livro não poderia ser publicado sem um lançamento e sessão de autógrafos, como era desejo do autor. Sim, a princípio o autor queria publicar o livro muito discretamente. Carol achou que não fazia sentido. Assim, ela viabilizou uma data conveniente e marcou essa data no Bar Apolinário. O Gian fez as artes da divulgação. Então, no dia 5 de abril de 2024 lançamos o livro “Confinado, ...
Na noite de 11 de outubro de 2022, o Tiago Maria recebeu amigos, fãs e convidados (não necessariamente nessa ordem), para o lançamento de seu primeiro livro solo de crônicas, o Semvergonho. Escritor inteligente e divertido, ele já havia participado de coletâneas, e mantêm um saite onde publica suas crônicas mais ou menos regularmente. Eu já havia avisado que não poderia ir, pois o lançamento foi no mesmo dia do aniversário do meu filho, e não era certo que ele e a mãe dele quisessem comparecer ao Apolinário. No final, nem celebramos o aniversário. Como chegamos de viagem naquele mesmo dia, estávamos exaustos. Eu literalmente não tive energia para ir. As primeiras fotos distribuídas mostravam o comparecimento dos parceiros de escrita de quase sempre do Tiago, o pessoal da Santa Sede. Depois ele mesmo, o Tiago, publicou um álbum público-privado com as várias pessoas que adquiriram o livro e ganharam um autógrafo. Nas fotos, vale ressaltar a presença constante...
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