Crônicas de Mosaico – VIII
Coisas da boemia: antes de chegar no Apolinário tive oportunidade de “fazer um aquecimento” em outro estabelecimento. O que fez com que eu chegasse quimicamente alterado, de uma maneira leve, à oficina. Quando cheguei ao Apolinário, lá estavam posicionados para a oficina, o Rubem, o Gian e o Marcel. O Marcel faz parte da turma virtual, às 18 h, mas está sempre conosco às 20 h. Além deles havia a visita da Rose. Oficineira de outros cursos e eventos. Rose saiu. Carol chegou. Trabalhamos sobre fotos de pés e garrafa de vinho, e de chuveiro sob o sol. As crônicas variam. Tristeza, viagens, ironias. São várias as crônicas como o(a)s autore(a)s são vário(a)s. Um dos problemas de se estar quimicamente alterado é que nos esquecemos de muita coisa que vimos, lemos ou dissemos. Inclusive depois tive que perguntar se eu não tinha sido inconveniente. Felizmente ninguém reclamou. Alguém até me achou divertido. Terminada a oficina, Rubem foi pegar a Vanessa em outro evento. G...